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Novidades visuais da linha Garmin Fenix 9

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Capítulo 9 do Tecnologia em Perspectiva
Clique aqui para conferir a edição completa

A fabricante Garmin lançou oficialmente os smartwatches Fenix 9 e Fenix 9 Pro, equipados com 64 gigabytes de armazenamento — o dobro da geração anterior — e um aumento de 50% na memória RAM. Contrariando os rumores de que abandonaria os visores translúcidos Memory-in-Pixel (MIP), valorizados por garantirem semanas de bateria, a empresa manteve variantes solares com essa tela na linha Pro. Paralelamente, o Fenix 9 Pro de 51 milímetros recebeu um chassi em titânio e uma tela AMOLED de 1,5 polegada, aumentando a área visual em 15% sem alterar o tamanho externo. A fabricante alega que o painel atinge três mil nits de brilho máximo e conta com um novo motor de mapeamento tridimensional 30% mais rápido. Na análise do Professor, o uso de maior poder computacional bruto tenta resolver antigas queixas de engasgos na navegação de mapas topográficos densos, ao passo que a convivência entre MIP e AMOLED reflete uma segmentação para atender tanto atletas de condições extremas quanto o mercado premium.

A atualização da linha também trouxe avanços em conectividade. A tecnologia inReach, que oferece conectividade LTE e comunicação bidirecional por satélite, foi integrada ao modelo compacto de 43 milímetros, enquanto a lanterna embutida ganhou um modo de luz verde focado na preservação da visão noturna. Segundo Susan Lyman, vice-presidente de vendas e marketing da Garmin, os relógios foram projetados para quem busca ir mais longe com melhor desempenho. O Professor vê nisso a consolidação de uma tendência industrial de transformar rádios satelitais em componentes nativos de segurança, democratizando o recurso ao remover barreiras ergonômicas para pessoas com pulsos menores. No entanto, o especialista ressalta que persistem dúvidas sobre a dissipação térmica da tela sob incidência solar, a arquitetura exata do processador e as restrições regulatórias locais para emissões civis de satélite. O cenário apontado indica que o hardware vestível atado ao corpo passa a se firmar como a principal credencial de rastreio e identidade física do usuário.

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