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Todo o site. Os Aprofundamentos — as leituras longas sobre o encontro entre tecnologia, economia e geopolítica — ficam abertos com o áudio do Professor junto, assine você ou não. Veja três deles agora mesmo:

Artigo
Placa de som em 2026: o que aconteceu com a Sound Blaster, por que ela sumiu das lojas e quem ainda precisa de uma
Nos anos 1990 e 2000, a placa de som era peça obrigatória de qualquer computador de jogos. Sound Blaster, da Creative, e depois a linha Xonar, da ASUS, eram nomes que todo jogador conhecia. Em 2026, quem procura uma placa de som numa loja brasileira encontra pouca coisa, quase sempre modelos de 2017 a 2020, muitos esgotados. O mercado não morreu: a Creative lançou duas placas internas novas este ano. Mas o lugar da placa de som mudou. Três coisas explicam essa virada: uma decisão da Microsoft em 2007, o salto de qualidade do áudio integrado à placa-mãe e a migração do som para fora do gabinete, em DACs externos, interfaces de gravação e bases de headsets. Este artigo conta essa história, explica o que é áudio de alta resolução, esclarece o que existe de Dolby Atmos no computador e mostra para quem uma placa dedicada ainda faz sentido.

Artigo
Anthropic Cyber Mission: OSS Scanner usa IA para procurar falhas em software livre de graça, e programa reúne 11 empresas para proteger infraestrutura crítica
Em 8 de outubro de 2026, a Anthropic, empresa americana que desenvolve os modelos de inteligência artificial Claude, lançou a Anthropic Cyber Mission, um programa de longo prazo para dar a quem defende sistemas ferramentas, pesquisa e recursos. A primeira peça é o OSS Scanner, um serviço gratuito em que os modelos mais avançados da empresa varrem, de tempos em tempos, projetos de código aberto que aderirem voluntariamente, e mandam aos responsáveis relatórios com prova de que a falha existe, explicação e correção sugerida. A segunda é um programa de defesa da infraestrutura crítica, como energia, água e transporte, com onze empresas parceiras. Esta matéria explica o que foi anunciado, como o serviço funciona, os números divulgados pela própria empresa, o contexto da corrida das IAs que caçam falhas e as críticas que o modelo já recebe.

Artigo
IA médica do Google: AMIE conversa com 98 pacientes reais antes da consulta e não tem nenhuma interrupção de segurança, mostra estudo na The Lancet
Em 8 de outubro de 2026, a revista médica The Lancet publicou o primeiro estudo do AMIE, o sistema de inteligência artificial de entrevista diagnóstica do Google, com pacientes de verdade. O trabalho, feito com o Beth Israel Deaconess Medical Center, hospital de ensino de Harvard em Boston, acompanhou 98 adultos que conversaram por texto com a IA antes de uma consulta de urgência na atenção primária, sob supervisão médica em tempo real. Não houve nenhuma interrupção por critério de segurança; os supervisores registraram uma informação inventada pelo sistema. Entre os médicos que leram a conversa antes de atender, três em cada quatro disseram que ela ajudou a preparar a consulta. É um estudo de viabilidade, de um só centro, sem grupo de comparação. Esta matéria explica o desenho, os números com seus denominadores, as limitações declaradas pelos próprios autores e o que o estudo não permite concluir.
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