UGREEN 45376: suporte magnético de mesa com base de metal giratória e altura ajustável
Análise lida pelo Professor
Um suporte de mesa para celular que prende o aparelho por ímã, com força de atração de cerca de 1,6 quilo, haste de liga de alumínio que sobe de 12 para 15 centímetros, cabeça que inclina até 180 graus e uma base redonda de metal que gira 360 graus sobre a mesa. Funciona direto com iPhones compatíveis com MagSafe e com capas MagSafe, e traz na caixa um anel magnético de metal que estende o encaixe a celulares Android e a capas comuns. Dobrado, fica com menos de 3 centímetros de altura. Nota 4,5 em 2.760 avaliações na Amazon brasileira, 77% delas com cinco estrelas, por R$ 121,50 em 4 de outubro de 2026. Esta análise mostra como cada ajuste funciona no dia a dia — em chamada de vídeo, na cozinha, na mesa de trabalho e na cabeceira — e como tirar o melhor dele.
Ficha técnica
| UGREEN Suporte Magnético para Celular de Mesa | |
|---|---|
| Modelo | 45376 (LP862), cor Preto |
| Fixação | magnética, compatível com o padrão MagSafe |
| Força do ímã | cerca de 1.600 g de atração |
| Altura | ajustável de 12 a 15 cm |
| Inclinação da cabeça | até 180° |
| Giro da base | 360° |
| Dobrado | cerca de 2,7 cm de altura |
| Materiais | haste em liga de alumínio, base de metal, face magnética de silicone, corpo em policarbonato e ABS |
| Proteção | borracha antiderrapante na frente e embaixo da base |
| Compatibilidade | iPhone 12 a 17 e capas MagSafe; outros celulares e capas com o anel magnético incluso |
| Na caixa | suporte e anel magnético de metal |
| Garantia | 90 dias, segundo o anúncio |
Como ele é
O suporte tem quatro partes, e cada uma resolve um ajuste. Embaixo, uma base redonda de metal, pesada e baixa, que fica parada sobre a mesa. Em cima dela, um disco que gira em volta de si mesmo. Desse disco sai uma dobradiça, que deixa a haste ficar em pé ou deitar. A haste é telescópica: puxa-se para cima para ganhar altura. E no alto fica a cabeça magnética, um disco revestido de silicone onde o celular gruda, preso a uma segunda articulação que inclina para a frente e para trás.
O acabamento é preto fosco, com o nome UGREEN discreto na lateral da base. Os compradores brasileiros descrevem a construção com as mesmas palavras: sólida, robusta, bem-feita. Um deles resumiu na avaliação o que mais se nota ao pegar o suporte na mão: o peso da base, que evita que ele tombe com o celular.
O ímã: o celular encaixa com uma mão
É o ponto que dá nome ao produto. A cabeça magnética tem força de atração de cerca de 1,6 quilo — muito acima do peso de qualquer celular. Na prática, isso significa um gesto só: aproxima-se o aparelho, e ele “salta” para o lugar, centralizado pelo próprio ímã. Para tirar, basta puxar.
A face é de silicone, e não de metal: o celular encosta numa superfície macia que não risca a traseira nem a capa.
A força impressiona até quem compra acessório com frequência. Um comprador no Japão relatou ter colado o anel magnético na traseira de um tablet de 8 polegadas e que o suporte segura o aparelho sem dar sinal de ceder ao peso. Ele observou também o outro lado da mesma qualidade: o ímã é tão firme que tirar o aparelho pede um pouco de força. Para quem vai encaixar e desencaixar o celular várias vezes por dia, a dica é puxar o aparelho em leve rotação, e não em linha reta — desprende com menos esforço.
Altura, inclinação e giro: o celular onde o olho está
Os três ajustes trabalham juntos, e é a combinação deles que faz a diferença.
Altura de 12 a 15 centímetros. Com a haste no máximo, a tela fica mais perto da linha dos olhos de quem está sentado à mesa. Em chamadas de vídeo, isso muda o enquadramento: a câmera para de mostrar o queixo de baixo para cima e passa a pegar o rosto de frente. Para quem assiste a uma aula ou a uma série na mesa, é menos pescoço dobrado.
Inclinação de até 180 graus. A cabeça inclina para a frente e para trás, e o celular pode ficar em pé, na vertical, ou deitado, na horizontal — basta girá-lo no ímã. Na horizontal, o suporte vira uma pequena tela de vídeo; na vertical, um painel para mensagens e notificações ao lado do computador.
Giro de 360 graus na base. É o ajuste que os compradores mais comentam. Numa conversa à mesa, o celular gira para mostrar algo a quem está ao lado sem que ninguém precise pegar o aparelho. Na cozinha, a receita acompanha quem anda pela bancada. Um comprador no Canadá contou que o suporte se ajusta a praticamente qualquer ângulo de que se precise, e elogiou o “clique” firme de cada articulação.
A base de metal: firmeza sobre a mesa
A base pesada é o que sustenta a promessa de estabilidade. Ela segura o conjunto com o celular no alto da haste, e a borracha antiderrapante embaixo impede que deslize quando se toca na tela. Um comprador na Espanha destacou exatamente isso: a base não vai para trás nem para o lado quando se põe o celular.
O suporte rende melhor com o peso do aparelho sobre a base. Com a haste muito inclinada e o celular projetado para longe dela, o centro de gravidade sai do círculo de metal, e o conjunto fica menos firme — o mesmo comprador canadense registrou que o celular só cai se o suporte for posicionado de um jeito específico. A regra prática é simples: quanto mais alta a haste, mais vertical ela deve ficar.
Por dentro: o que sustenta o giro e as dobradiças
As imagens do anúncio abrem o suporte e mostram o que fica escondido debaixo do acabamento preto.
O giro da base é feito por um mecanismo de rolamento montado entre o disco superior e a base de metal. É ele que deixa o celular girar com suavidade, sem arrastar a base junto, mesmo com o aparelho preso no alto. Na prática, empurra-se a lateral do celular com um dedo e o conjunto inteiro gira sobre a mesa, enquanto a base continua parada.
A haste tem uma mola interna na articulação, visível no corte da imagem. É ela que dá firmeza à posição escolhida: a haste não desce sozinha com o peso do celular, e cada ajuste fica onde foi deixado. É também o que produz os “cliques” que os compradores elogiam ao mudar o ângulo.
Embaixo da base, uma película de borracha com textura em colmeia faz o papel de pé antiderrapante. Ela segura o suporte sobre madeira, vidro ou laminado, e evita que o metal risque a mesa.
Celulares grandes e tablets pequenos
A lista de compatibilidade do anúncio vai dos iPhones mini aos Pro Max, e o título cita também os Galaxy de tela grande. O tamanho do aparelho não é o limite: o que conta é o encaixe magnético bem centralizado. Com os modelos maiores, o suporte rende melhor com a haste mais baixa ou mais vertical, que mantém o peso sobre a base.
O relato do comprador japonês mostra até onde vai a força do ímã: com o anel colado na traseira, um tablet de 8 polegadas ficou firme na cabeça do suporte. Para quem lê partituras, acompanha receitas ou assiste a aulas num tablet pequeno, o suporte serve para os dois aparelhos da casa.
Celulares sem MagSafe: o anel que vem na caixa
O encaixe magnético nasceu com o MagSafe, o padrão dos iPhones a partir do iPhone 12, que traz ímãs embutidos na traseira. Nesses aparelhos — e nas capas compatíveis com MagSafe —, o suporte funciona direto da caixa.
Para os demais, a UGREEN põe na embalagem um anel magnético de metal, que se cola na traseira do celular ou da capa. Com ele, celulares Android, como as linhas Galaxy citadas no anúncio, e capas comuns passam a grudar no suporte. As imagens do anúncio mostram o anel colado tanto numa capa comum de Android quanto em celulares sem capa.
Um cuidado ao colar: a ficha do modelo recomenda aplicar o anel em capas de plástico, policarbonato ou TPU — o material flexível e transparente mais comum —, e não em capas de couro, tecido ou silicone, em que a cola adere menos. A dica é limpar bem a superfície antes e centralizar o anel na traseira, para o celular ficar alinhado na cabeça do suporte.
Dobrado, cabe na bolsa
A dobradiça da base deixa a haste deitar por completo, e o suporte fecha com cerca de 2,7 centímetros de altura. Um comprador no Reino Unido descreveu o uso que isso permite: o suporte dobra pequeno e vai junto quando se sai de casa — no caso dele, para a criança assistir a desenhos no celular fora de casa.
Isso o torna útil além da mesa fixa: no escritório compartilhado, no quarto de hotel, na mesa de reunião, na bancada de uma viagem de trabalho.
Carregar com o celular no suporte
O suporte segura o celular; ele não o carrega. Não há bobina de carregamento sem fio na cabeça magnética nem cabo na base.
O desenho, porém, deixa a entrada de carregamento livre. Com o celular na horizontal, o cabo entra pela lateral sem esbarrar na haste, e é assim que o próprio anúncio mostra o uso noturno: o aparelho deitado no suporte, ligado ao carregador pelo cabo, exibindo o relógio na mesa de cabeceira.
O que dizem os compradores
A nota de 4,5 em 2.760 avaliações no Brasil tem 77% de cinco estrelas e 10% de quatro. Nas avaliações mais recentes, de setembro de 2026, os compradores brasileiros falam em excelente custo-benefício, construção sólida e um produto que cumpre o que promete. Na Amazon americana, onde o mesmo modelo tem nota 4,4 em quase 3 mil avaliações, o resumo das opiniões destaca a qualidade, a força do ímã, a altura e o giro ajustáveis e a estabilidade sobre a mesa.
O mesmo resumo registra um ponto de atenção: parte dos compradores relata que o suporte deixou de funcionar como antes depois de alguns meses de uso. As articulações trabalham por atrito e cliques, e o uso que mais as poupa é ajustar segurando a haste, e não empurrando a cabeça com o celular grudado. Como a garantia do anúncio é de 90 dias, vale guardar a nota fiscal e testar todos os ajustes logo nos primeiros dias.
Um dia com o suporte
De manhã, na mesa de trabalho, o celular fica de pé ao lado do teclado, na altura dos olhos, com as mensagens à vista sem que seja preciso pegá-lo. Na reunião por vídeo, a haste sobe ao máximo e a câmera enquadra o rosto de frente. No almoço, o suporte vai para a bancada da cozinha com a receita aberta, e a base gira para acompanhar o fogão e a pia. À noite, dobrado, cabe na mochila; ou fica na cabeceira, com o celular deitado e ligado ao cabo, mostrando a hora.
Para tirar o máximo dele
– Em chamadas de vídeo, suba a haste ao máximo e incline a cabeça até a câmera ficar na altura do rosto.
– Para assistir a vídeos, gire o celular para a horizontal no próprio ímã.
– Com o celular no alto, mantenha a haste mais vertical, para o peso ficar sobre a base de metal.
– No celular sem MagSafe, cole o anel numa capa de plástico ou TPU, limpa e seca, bem no centro da traseira.
– Para tirar o celular, puxe com uma leve torção, e não em linha reta.
– Para ajustar, segure a haste, e não a cabeça com o celular preso.
– Para carregar à noite, deixe o celular na horizontal, com o cabo saindo pela lateral.
Para quem é
Para quem passa o dia à mesa e quer o celular à vista, na altura dos olhos, sem pegá-lo a toda hora. Para quem faz chamadas de vídeo pelo celular e quer enquadramento de frente. Para quem cozinha com a receita na tela, estuda com aulas no celular ou assiste a vídeos na mesa. E para quem tem iPhone com MagSafe — ou qualquer celular com o anel que vem na caixa — e quer um suporte que encaixa com uma mão, gira para mostrar a tela a quem está ao lado e dobra para ir na bolsa.





