Gaming é a editoria de games do Tectônica: notícias, novidades e vazamentos de videogames, consoles portáteis e jogos, narrados pelo Professor. Vazamento é tratado como vazamento — nunca como fato confirmado — e toda afirmação traz a fonte no rodapé da matéria.

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Ghost of Yōtei Edição Completa: a expansão Ecos de Sekigahara leva Atsu à batalha que decidiu o Japão, e um modo de sobrevivência chega junto
Um ano depois do lançamento do jogo original, a Sucker Punch e a PlayStation lançaram em 1º de outubro de 2026 a Edição Completa de Ghost of Yōtei, exclusiva do PlayStation 5. O pacote custa US$ 69,99 nos Estados Unidos, e quem já tem o jogo paga US$ 14,99 pela atualização; na loja brasileira, em 5 de outubro, os preços eram R$ 399,90 e R$ 85,50. As novidades são duas: a expansão de história Ecos de Sekigahara, que alterna o presente da protagonista Atsu com o passado dela na batalha que deu o Japão aos Tokugawa em 1600, e o modo Mais Procurados, de sobrevivência em combate com elementos de roguelike. O jogo base vendeu cerca de 3,3 milhões de cópias no primeiro mês, segundo a Sony, e as primeiras críticas da Edição Completa somavam média 85 em 5 de outubro. Esta matéria explica o que vem no pacote, o contexto histórico da expansão, como funciona o novo modo e o que a crítica achou.

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Ubisoft Motherbrain: o que se sabe da aposta da empresa francesa em IA generativa para criar jogos
No fim de setembro de 2026, pedidos de registro de marca revelaram o nome que a Ubisoft usa internamente para seus projetos de inteligência artificial generativa: Motherbrain. Os documentos descrevem programas de computador que usam IA para criar jogos e conteúdo interativo, além de serviços de IA para analisar dados e interagir com pessoas. Em 4 de outubro, uma reportagem da Insider Gaming, baseada em comunicado interno, afirmou que o Motherbrain passou a funcionar como uma "entidade global" dentro do grupo, com a missão de desenvolver tecnologia própria de IA para a jogabilidade. A Ubisoft não comentou publicamente. O movimento acontece no meio da maior reestruturação da história da empresa, que tinha 16.590 funcionários em 31 de março de 2026, cerca de 1.200 a menos que um ano antes, e num momento em que mais da metade dos profissionais de jogos diz que a IA generativa faz mal à indústria. Esta matéria explica o que dizem os registros, o que relata a reportagem, de onde vem a experiência da Ubisoft com IA e como o resto da indústria está lidando com o tema.

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GTA VI na capa da Game Informer: furacões, mais de 170 espécies de animais e um mapa duas vezes maior que o de GTA V
A pouco mais de seis semanas do lançamento, marcado para 19 de novembro de 2026 no PlayStation 5 e no Xbox Series X|S, Grand Theft Auto VI ganhou a capa da revista americana Game Informer. A edição 382, revelada em 25 de setembro e liberada em versão digital em 29 de setembro, traz 14 páginas sobre Leonida, o estado fictício inspirado na Flórida, com 12 imagens inéditas e entrevistas com a Rockstar Games. Os destaques: tempestades tropicais e furacões, mais de 170 espécies de animais e um mapa que, segundo o estúdio, tem cerca do dobro do tamanho do de GTA V. No mesmo dia 30 de setembro, a Take-Two, dona da Rockstar, registrou na bolsa americana um novo contrato de longo prazo com a Microsoft para publicar jogos no Xbox. Esta matéria explica o que a revista mostrou, o que já se sabe oficialmente sobre o jogo, o que diz o contrato e o que ainda é só especulação.

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Minecraft Dungeons II: a sequência troca as fases por um mundo aberto, recebe nota 75 da crítica e divide os jogadores na Steam
Seis anos depois do primeiro jogo, Minecraft Dungeons II chegou em 29 de setembro de 2026 ao PC, ao PlayStation 5, ao Xbox Series X|S, ao Nintendo Switch e ao Nintendo Switch 2, e entrou no Game Pass Ultimate no mesmo dia. Feito pela Mojang em parceria com o estúdio britânico Double Eleven, o jogo custa US$ 29,99 e R$ 139 na Steam brasileira, aceita até quatro jogadores juntos e permite partidas entre todas as plataformas. A crítica aprovou: nota 75 no Metacritic e média 76 no OpenCritic. Entre os jogadores, a recepção foi mais dividida: em 5 de outubro, 63% das mais de 8 mil avaliações da Steam recomendavam o jogo. Esta matéria explica que tipo de jogo é, o que mudou em relação ao primeiro, quanto custa, como funciona o jogo em grupo e o que dizem críticos e jogadores.

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Emulação do PS5 no PC: Demon’s Souls já roda em computador, e três projetos abertos aceleram em 2026
Em poucos meses, a emulação do PlayStation 5 no computador saiu do impensável para os primeiros jogos rodando. Em setembro de 2026, os emuladores de código aberto SharpEmu e KytyPS5 já rodavam o remake de Demon's Souls, com vídeos de 40 a 50 quadros por segundo num PC de ponta, enquanto Ghost of Yōtei só chega à tela de abertura. Um terceiro projeto, o AnyPS5, aposta num caminho diferente e roda um jogo 2D a 60 quadros por segundo numa placa de vídeo modesta, anterior ao próprio console. No X, dois posts sobre o tema, publicados em 4 de outubro, somavam mais de 4,6 milhões de visualizações no dia seguinte, um deles com uma Nota da Comunidade sobre o número "80%". Esta matéria explica o que é emulação, por que o PS5 é mais fácil de emular que os consoles antigos, o que já funciona e onde passa a linha entre emular e piratear.

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ARC Raiders fecha o cerco aos trapaceiros: banimento permanente já na primeira infração, cópia do jogo marcada e computador barrado
Em 30 de setembro de 2026, a Embark Studios anunciou a mudança mais dura desde o lançamento de ARC Raiders: quem for pego usando qualquer programa de trapaça conhecido perde a conta para sempre já na primeira vez — sem aviso e sem segunda chance. A punição alcança também a cópia do jogo, que não pode mais ser usada em outra conta, toda conta que um dia tenha passado por ela e, nos casos com prova suficiente, o próprio computador, que deixa de abrir o jogo. Até o começo do ano, a primeira infração rendia trinta dias de suspensão. Esta matéria explica o que mudou, como funciona cada camada da punição, o que já está valendo e o que ainda é promessa, como o jogo detecta a trapaça, por que o banimento às vezes demora, e o que tudo isso tem a ver com os 16 milhões de cópias vendidas e com a grande atualização de 8 de outubro.

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Wardogs: o jogo de tiro de um estúdio independente inglês que vendeu 3 milhões de cópias em 16 dias e já é o sexto mais jogado da Steam
Lançado em acesso antecipado em 10 de setembro de 2026, Wardogs colocou um estúdio independente de Derby, na Inglaterra, no meio dos gigantes da Steam. Em 4 de outubro, o jogo aparecia em sexto lugar na lista oficial dos mais jogados da loja, com cerca de 137 mil pessoas jogando ao mesmo tempo, à frente de Deadlock, Valheim e Rust. Vendeu 1 milhão de cópias no primeiro dia e 3 milhões em pouco mais de duas semanas. O caminho até aqui teve servidores fora do ar, fila de espera, avalanche de avaliações negativas, trapaceiros e ataques aos servidores. Esta matéria explica o que é o jogo, quem o fez, o que os números dizem, o que deu errado no lançamento e o que vem na segunda temporada, marcada para 15 de outubro.

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The Witcher 3 volta onze anos depois: a remasterização gratuita que levou 120 mil jogadores de uma vez à Steam, tirou 93 no Metacritic e já tem uma terceira expansão marcada
Em 29 de setembro de 2026, a CD Projekt Red lançou The Witcher 3: Wild Hunt — Remastered, uma versão refeita do jogo de 2015 que chega como atualização gratuita para quem já tem o original, e à venda por R$ 79,99 na promoção de lançamento para quem não tem. No mesmo dia, o jogo bateu o seu próprio recorde na Steam — 120.948 pessoas jogando ao mesmo tempo, mais do que no lançamento de 2015 e mais do que na onda da série da Netflix em 2020 —, estreou com nota 93 no Metacritic, a segunda maior de 2026, e reacendeu a espera por Songs of the Past, a terceira expansão, prometida para 2027. Este aprofundamento explica o que é essa versão (e o que ela não é), por que um jogo de onze anos lota a Steam de novo, o que os números dizem de verdade, o que a crítica e os jogadores apontaram — inclusive os problemas em placas de vídeo AMD — e como a remasterização se encaixa nos planos da CD Projekt para a série, do remake do primeiro jogo ao Witcher IV.

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Xbox em reconstrução: o Project Helix, a virada de Asha Sharma e a disputa pela próxima geração
Nesta geração, a Sony vendeu quase três consoles para cada um da Microsoft: 94 milhões de PlayStation 5 contra 35 milhões de Xbox Series. Em 2026, porém, o jogo mudou de tom. O Xbox trocou de comando, baixou o preço do Game Pass, voltou a falar com os fãs e apresentou o Project Helix, a próxima geração, feita em parceria com a AMD. Do outro lado, a Sony anunciou o fim dos discos para jogos novos e virou alvo de críticas por um GTA VI só digital, com trailer exclusivo da Netflix, e por um Wolverine ridicularizado nas redes. Este aprofundamento reúne o que se sabe sobre o Helix, o que mudou no Xbox sob Asha Sharma, o que aconteceu com a imagem do PlayStation e o que tudo isso diz — e não diz — sobre quem vence a próxima geração.

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Streamer de games no Brasil: a carreira que muitos começam e poucos conseguem sustentar
Transmitir partidas ao vivo virou um dos sonhos de carreira mais comuns entre jovens brasileiros, e 2026 foi o ano em que o Estado passou a tratá-lo como profissão: a lei dos influenciadores, sancionada em janeiro, reconheceu o "profissional multimídia"; o novo guia do CONAR, em junho, passou a exigir aviso de publicidade até em produto recebido de graça; e as portarias de julho fecharam o cerco à publicidade de apostas. Por trás disso existe um mercado em que 1% dos canais concentra mais da metade da audiência, em que o primeiro contrato costuma ser o pior, em que a permuta é tributada como salário, e em que uma única gravação pode desfazer anos de trabalho numa noite. Este aprofundamento mostra como o mercado funciona, onde estão as armadilhas, e o que avaliar antes de entrar.

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Steam Deck, Steam Machine e Steam Controller: o bom, o mau e o feio do hardware da Valve
No filme de Sergio Leone, os três adjetivos são três homens. No hardware da Valve, são três aparelhos. O bom é o Steam Deck, que criou uma categoria e vendeu quase cinco milhões de unidades. O mau é o Steam Machine, que fracassou em 2013 e voltou em 2026 com o preço errado e um sorteio para comprar. O feio é o Steam Controller, quadrado, caro, com uma liquidação a cinco dólares e um processo perdido no histórico — e tecnicamente o melhor controle que a Valve já fez. Este aprofundamento vai por cada um deles, e termina no que os três têm em comum: um ano em que a Valve não pôde decidir o próprio preço.

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SteamOS: o sistema que a Valve construiu para não depender do Windows
Desde junho de 2026 qualquer pessoa com um PC de placa AMD pode baixar o SteamOS de graça, instalar e ter uma máquina de jogo sem Windows. É a terceira vida de um sistema que nasceu em 2013 como fracasso, renasceu em 2022 dentro do Steam Deck e hoje roda mais rápido e por mais tempo que o Windows 11 no mesmo aparelho. Este aprofundamento explica o que o SteamOS é por dentro, por que a Microsoft respondeu com um modo de tela cheia, onde o sistema ainda não chega — e por que, no ano em que o Windows precisou de dieta de memória, um sistema gratuito virou assunto de quem nunca pensou em Linux.





